Projetos anteriores


Conheça abaixo os projetos que já fizeram parte da trajetória do GVces na construção da sustentabilidade no Brasil.

Se preferir, clique nos temas a seguir para ir direto ao assunto de seu interesse:

Formação - Indicadores de Sustentabilidade - Inovação e Empreendedorismo - Investimento Responsável - Políticas Públicas - Relação com Comunidades - Serviços Ecossistêmicos - Sustentabilidade no Consumo


FORMAÇÃO INTEGRADA

FIS

Criado em 2010, o FORMAÇÃO INTEGRADA PARA A SUSTENTABILIDADE é uma disciplina eletiva da FGV-EAESP que visa promover uma estrutura e um processo co-formativo inovadores, que atendam às demandas de uma educação transformadora para a sustentabilidade e que, consequentemente, instiguem mudanças no paradigma da percepção de educantes e aprendentes. 

O FIS exemplifica uma forma de fazer educação que leva em conta a emergência de um sujeito presente e ativo na sua relação consigo mesmo, com o outro e com a realidade que o circunda. É a partir dessa postura que o FIS se aproxima da realidade da nova geração de gestores, do conhecimento e da sustentabilidade. Assim, esta disciplina contribui para a emergência de líderes com visão estratégica e sustentável, aptos a lidar com uma realidade complexa, com alta demanda por inovação - o verdadeiro desafio das empresas com visão de futuro.

Para isso, o FIS conta com uma estrutura fundamentada em encontro entre alunos, equipes e convidados, que ajudam a montar um panorama sobre questões-chave da sustentabilidade.

Confira aqui todas as edições do FIS



INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE

Matriz de Indicadores do Protocolo Verde

Base para a implementação de uma agenda sustentável no setor financeiro, a Matriz de Indicadores do Protocolo Verde foi desenvolvida pelo GVces a partir de debates promovidos pela Febraban junto a diferentes setores da sociedade. O protocolo inclui cinco princípios e diversas diretrizes que estimulam os bancos a oferecer linhas de financiamento que fomentem a qualidade de vida da população e o uso sustentável do meio ambiente

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Relatórios GRI

Global Reporting Initiative (GRI) é a metodologia mais difundida e adotada atualmente para a elaboração de Relatórios de Sustentabilidade em todo o mundo. No Brasil, a difusão das diretrizes da GRI e de sua aplicação conta com a parceria entre UniEthos, GVces e BSD Consulting Brasil, consórcio que foi o primeiro no mundo a ser certificado para ministrar a oficina de capacitação em GRI.
 

INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

Centro Sebrae de Sustentabilidade

 
Em 2011, o GVces firmou sua mais recente parceria com foco em empreendedorismo com o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE. O projeto consiste na criação do Centro SEBRAE de Sustentabilidade, com o propósito de estimular a sustentabilidade como estratégia de atuação transversal no atendimento às micro e pequenas empresas.  Os objetivos estão concentrados na disseminação e na geração de conhecimento em sustentabilidade aplicada às micro e pequenas empresas, a partir de conteúdos existentes e da articulação de parcerias e alianças estratégicas. 
 
 
O objeto do GVces neste projeto é orientar o SEBRAE na estruturação do Centro SEBRAE de Sustentabilidade (CSS) por meio da construção da missão, negócio e da estratégia de atuação do centro; da definição das diretrizes do planejamento estratégico;  da concepção dos aspectos funcionais e operacionais do centro; da formulação das estratégias de comunicação; da formação de áreas temáticas para atuação do centro; e da concepção da estrutura de governança .
 

 

News Ventures Brasil

 

De 2004 a 2011, o Gvces sediou e dirigiu o New Ventures Brasil, um programa de apoio a empreendedores que buscava incorporar a sustentabilidade em seus modelos de negócio.  Para tanto, foram oferecidos workshops de planos de negócios para pequenos e médios empresários de todo o Brasil, seguidos de uma etapa de aprimoramento de planos selecionados.  Ao final do ciclo, os empreendimentos eram apresentados a investidores interessados em rentabilidade associada a impactos socioambientais positivos.  A cada ano participavam do programa dezenas de empreendedores cujos negócios baseavam-se, entre outros, no uso sustentável de recursos naturais, energias renováveis, produção limpa, ecoturismo, reciclagem e processos inovadores de produção.

Em sete anos de existência sob a coordenação do GVces, o New Ventures Brasil construiu um portfólio de mais de 50 empreendimentos, apresentados anualmente nos Fóruns de Investidores, que ajudaram a atrair investimentos da ordem de R$ 10 milhões para os novos negócios.

(ao lado, foto de Wiz Prado, do V Fórum de Investidores, realizado em 2008)




INVESTIMENTO RESPONSÁVEL


Financiamento da economia de baixo carbono

O estudo "Como Avançar no Financiamento da Economia de Baixo Carbono", publicado recentemente pelo GVces, com o apoio da Embaixada Britânica, identifica os produtos e serviços oferecidos pelo setor financeiro, além da regulação e dos incentivos governamentais, em matéria de baixo carbono para os setores de agropecuária e de energia. 

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Natural Capital Declaration


Coordenada pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), pelo Global Canopy Programme (GCP), e no Brasil pelo GVces, a Declaração do Capital Natural é um compromisso firmado pelo setor financeiro de trabalhar pela integração de critérios de Capital Natural aos produtos e serviços oferecidos pelas instituições financeiras. Seu objetivo é mostrar que o setor financeiro reconhece e reafirma a importância do Capital Natural para a manutenção de uma economia global. 

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Finanças e Clima

Destacam-se entre os trabalhos do GVces nesta área os estudos sobre o papel dos financiamentos de bancos públicos e privados como estímulo às diferentes atividades econômicas a operarem no contexto das mudanças climáticas. Produzidos com apoio do PNUMA, os estudos têm por objetivo mapear políticas e práticas das instituições financeiras hoje no Brasil e apontar desafios e oportunidades para o avanço da atuação dos bancos com foco na economia de baixo carbono e na mitigação e adaptação à mudança do clima.

Clique nas imagens para acessar as publicações.

Click on the links below to download the English version of the publications.

Brazilian State-owned Banks and Climate Change

Privately-owned Banks and Climate Change


Protocolo Verde

A partir de debates promovidos pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) com diferentes setores da sociedade, o GVces desenvolveu a Matriz de Indicadores do Protocolo Verde, que tem por objetivo identificar o atual status e a evolução da implementação de ações pelo setor financeiro dos princípios e diretrizes do Protocolo Verde. Este documento estimula os bancos a oferecer linhas de financiamento que fomentem a qualidade de vida da população e o uso sustentável do meio ambiente. Entre seus pontos, estão os impactos e os custos socioambientais na gestão dos ativos das instituições bancárias, a análise de riscos de projetos e financiamentos e a promoção do consumo consciente dos recursos naturais.

Acesse a Matriz de Indicdores do Protocolo Verde

 


Fórum Latinoamericano de Finanças Sustentáveis

O Lasff foi uma iniciativa coordenada pelo GVces até 2011, com origem na parceria com o International Finance Corporation (IFC), o braço privado do Banco Mundial. Entre os temas de interesse do fórum, destacavam-se os Princípios do Equador e Performance Standards, o papel dos bancos públicos, a atuação dos mercados de capitais, padrões de performance para cadeia de valor, produtos financeiros sustentáveis e microfinanças. 

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POLÍTICAS PÚBLICAS


Política Fiscal Verde no Brasil

Conduzido com apoio da Embaixada Britânica, a ClimateWorks Foundation e em parceria com o Ministério da Fazenda, este estudo compila e descreve as ferramentas existentes para avaliação de política fiscal, visando capturar seu impacto sobre as mudanças climáticas (potencial de redução de emissões de gases de efeito estufa), desempenho econômico (potencial de crescimento do Produto Interno Bruto) e potencial de criação de empregos. Assim, ele pretende munir o elaborador de políticas públicas de informações sobre os instrumentos de política fiscal em uso no Brasil, em especial os tributos, que possuem potencial para promover uma economia verde.



Notas Técnicas para o Plano Indústria

As Notas Técnicas foram elaboradas pela equipe do GVces para dar subsídio técnico ao chamado Plano Indústria, pertencente à Política Nacional de Mudanças Climáticas brasileira, no que se refere aos quatro setores industriais inicialmente contemplados pela regulação federal: alumínio, cimento, papel & celulose, e indústria química. Além dos setores, o GVces formulou outras duas notas técnicas, uma sobre eficiência de motores de automóveis de passeio e outra sobre mensuração, relato e verificação (MRV) de inventários bottom-up de gases de efeito estufa (GEE).

Elaboradas no decorrer de 2012, as Notas Técnicas aprofundam a análise do Plano sob uma perspectiva subsetorial, levando em consideração os detalhes e os aspectos singulares de cada subsetor dentro do quadro geral do Plano Indústria. Para tanto, a equipe do GVces responsável pelas Notas Técnicas se reuniu com associações empresariais para obtenção de dados e de informações, e com especialistas em cada setor industrial e em cada aspecto da política climática brasileira. Saiba mais


Políticas Públicas e Economia Ambiental

O reconhecimento do papel articulador e propositivo do GVces em políticas públicas motivou a criação a partir de 2011 de um programa específico, institucionalizando uma frente de atuação que vem se fortalecendo nos últimos anos no GVces, como evidencia a produção do estudo “Políticas para a Promoção da Economia Verde: a experiência internacional e o Brasil” e o processo apoiado pelo GVces para a construção de políticas climáticas nos estados do Amapá e do Pará. Saiba mais

O GVces também atuou no contexto da Política Municipal sobre Mudanças Climáticas de São Paulo. Esse projeto está ligado ao contexto do Encontro Climático de Cidades Grandes - C40, um dos fóruns de debate internacional sobre o tema, reunindo prefeitos das maiores cidades do planeta. Após a participação no evento de 2007, a Prefeitura de São Paulo aceitou o desafio de realizar uma política de mudanças climáticas para o município.

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, responsável pela tarefa, solicitou  ao GVces, com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que coordenasse uma equipe técnica para a formulação do documento de justificativa e de um anteprojeto de Lei Municipal sobre Mudanças Climáticas, em parceria com a ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade.

A construção do Projeto de Lei (PL) envolveu consultores de diversas áreas como transporte, energia, saúde e meio ambiente e foi acompanhada de amplo estudo para embasar a tomada de decisão dos gestores públicos.  O PL foi submetido à consulta pública em setembro de 2007, tendo sido posteriormente enviado para avaliação pelo Gabinete do Prefeito de São Paulo, que o encaminhou à Câmara de Vereadores para votação no segundo semestre de 2008. 

O exemplo da cidade de São Paulo é pioneiro no país, no âmbito dos governos locais. Conheça a íntegra do Projeto de Lei nº 524-08.


Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA)

Apesar do crescente debate sobre mecanismos de pagamento por serviços ambientais (PSA) no Brasil e da existência de leis estaduais e federais relacionadas ao assunto, ainda não havia um estudo comparando essas diferentes iniciativas. Por isso, o GVces e o Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia), com o apoio do Observatório do Clima, conduziram o estudo “Marco Regulatório sobre PSA no Brasil”, com apoio do Observatório do Clima. A pesquisa mapeou iniciativas de PSA, tendo como foco os serviços ambientais florestais nos diferentes biomas no Brasil. 

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RELAÇÃO COM COMUNIDADES


Indicadores de Juruti

Iniciativa que foi a semente do programa Desenvolvimento Local do GVces, ocorreu de 2007 a 2011 com o desafio central de construir, de modo participativo, indicadores para monitorar as transformações sociais, ambientais e econômicas geradas pela implementação de uma mina de bauxita (Alcoa) no município de Juruti (PA). Oficinas com as comunidades, coleta de dados oficiais e  engajamento de atores locais resultaram em uma publicação, um sistema de consulta online e iniciativas espontâneas da população em diferentes áreas no sentido de apropriação e uso dos indicadores.  

Saiba mais:

Sobre o projeto
Sistema online
 

 

Plano de desenvolvimento para a região da AHE Jirau

Com o objetivo de deixar um legado positivo à região do Aproveitamento Hidrelétrico de Jirau, a empresa Energia Sustentável do Brasil solicitou à Fundação Getulio Vargas uma proposta de desenvolvimento local para a região afetada pelo empreendimento. O trabalho realizado pelo GVces buscou apontar novos caminhos na implementação de grandes empreendimentos por meio do desenvolvimento coerente com as tendências voltadas à sustentabilidade e às especificidades locais. A experiência resultou em um estudo de vocação e  uma proposta de Plano de Desenvolvimento Local.

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SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS


PESE

Neste contexto, outra iniciativa é a Parceria Empresarial sobre Serviços Ecossistêmicos (PESE), uma iniciativa conjunta do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) e do World Resources Institute (WRI), com o apoio da USAID/Brasil.

O objetivo da PESE é apoiar as empresas brasileiras interessadas em avaliar o seu impacte a sua dependência frente aos ecossistemas e dar suporte para a gestão corporativa dos serviços ecossistêmicos e da biodiversidade relacionados aos negócios. A PESE destina-se a promover novas estratégias de negócios que aliem o desempenho empresarial à gestão sustentável dos ecossistemas.

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Estudos

Outras iniciativas do GVces no contexto dos serviços ecossistêmicos estão centradas na produção e divulgação de estudos tanto para a iniciativa privada quando para governos. Saiba mais acessando os documentos abaixo:

Estudo NVI: Empresas deverão se preparar para a crise dos recursos naturais

Minuta da Lei Estadual de Mudanças Climáticas e PSA do Amapá

Minuta da Lei Estadual de Mudanças Climáticas e PSA do Pará

Relatório sobre o Fundo Paulista para o Pagamento por Serviços Ambientais

 

Série de pesquisas Cadeias de Valor e Biodiversidade

Sigurd Decroos

Lançada pelo GVces em 2005, tinha o objetivo de avaliar cadeias produtivas de alto impacto ambiental e de setores intensivos no uso de recursos naturais. No ano de 2007, foi lançado o segundo estudo da série, intitulado "Impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul".  Segundo a pesquisa, com a implantação do complexo ocorreria um aumento da pressão por desmatamento em áreas nativas do Pantanal e Cerrado, uma vez que não há estoques disponíveis de florestas plantadas na região para garantir sequer o atendimento da atual demanda por carvão vegetal das siderúrgicas.

O estudo alerta que seria preciso investir no plantio florestal em áreas degradadas localizadas na região leste do Estado, o que poderia configurar-se numa ótima oportunidade econômica para o Mato Grosso do Sul, desde que bem planejada e sob os incentivos corretos do governo estadual.  Com tal configuração, o enorme risco potencial à biodiversidade apresentado pela instalação do complexo poderia ser revertido em oportunidade de conservação e de recomposição de áreas nativas na Bacia do Alto Paraguai.

Apresentação do estudo (ppt) realizada durante o Global Forum América Latina em junho de 2008.



SUSTENTABILIDADE NO CONSUMO


Ação de Sustentabilidade com o projeto "Brazilian Furniture"

Em 2013, o GVces realizou uma parceria com o projeto "Brazilian Furniture" com o objetivo de inserir atributos de sustentabilidade nos produtos das empresas moveleiras brasileiras, de forma a qualificá-las e capacitá-las a competir no mercado internacionais de móveis.

Saiba mais sobre a ação de sustentabilidade e confira como foi a oficina de lançamento da parceria.


Compras Públicas Sustentáveis

Um dos principais focos recentes de trabalho do programa Consumo Sustentável do GVces tem sido a questão da sustentabilidade nas compras realizadas pelo poder público. As compras públicas representam 16% do PIB brasileiro, o que coloca o próprio governo como um consumidor importante dentro da economia nacional, com um papel relevante na promoção de práticas de sustentabilidade tanto com os fornecedores quanto com os demais consumidores. 

Em dezembro de 2012, o GVces lançou o livro "Compra Sustentável: A força do consumo público e empresarial para uma economia verde e inclusiva", publicado em parceria com o ICLEI, que aborda os desafios e as oportunidades da inserção de critérios de sustentabilidade nas compras institucionais de governos e empresas. Confira a publicação aqui.

Confira o evento promovido pelo GVces sobre compras públicas sustentáveis durante a Rio+20, em junho de 2012. 


Compras Sustentáveis


Desde os primórdios da humanidade, o ato de consumir está associado ao atendimento das necessidades básicas à sustentação da vida. Ao longo dos séculos, o verbo "comprar" definiu limites entre riqueza e pobreza, desenvolvimento e subdesenvolvimento, saúde e doença, e até entre felicidade e tristeza. Valores baseados em cifrões, volumes e quantidades se sobrepuseram à qualidade, ao uso justo e sustentável. 

No mundo em transformação, os esforços destinados a combater o aquecimento global, alimentar a população crescente, reduzir a desigualdade social e garantir os recursos naturais para o bem estar futuro do ser humano passam necessariamente pela maneira como governos, empresas e indivíduos exercem seu poder de compra.

Surgem novos padrões no horizonte. Dimensionar o desafio e apontar caminhos para mudanças via consumo institucional - público e privado - são objetivos desta obra inovadora, oportuna no debate sobre a chamada "economia verde e inclusiva". Além de uma perspectiva histórica, os autores analisam a interação entre os diferentes elos desse processo e trazem ilustrações didáticas sobre o papel de algumas cadeias de fornecimento na redução de impactos socioambientais. Soluções, experiências e proposições endereçam o tema para a agenda da sustentabilidade.

Este livro é uma produção do GVces, em parceria com o ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade/Secretariado.

Acesso à publicação


 Catálogo Sustentável

Um dos destaques das ações em compras sustentáveis foi a plataforma eletrônica "Catálogo Sustentável", que armazenava informações sobre produtos e serviços avaliados a partir de critérios de sustentabilidade e selecionados pela equipe de especialistas do GVces. A plataforma reunia informações sobre características técnicas, aspectos de sustentabilidade, certificações e fornecedores dos produtos e serviços selecionados.


 

Rede Amigos da Amazônia (RAA) 

O GVces desenvolveu entre 2008 e 2011, em parceria com o Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (GVceapg) um trabalho específico para o estímulo à compra de madeira de origem legal por meio da RAA. Sua missão era introduzir critérios de sustentabilidade nas compras públicas e privadas de madeira, eliminando o consumo de madeira ilegal e influenciando o aumento da oferta de matéria-prima de origem legal e certificada, além de estimular a adoção de políticas e práticas, públicas e privadas, condizentes com a conservação florestal. Especificamente em relação ao poder público, a RAA atuou por meio dos programas Cidade Amiga da Amazônia e Estado Amigo da Amazônia, estimulando a adesão de governos municipais e estaduais à Rede e dessa forma o comprometimento oficial com o uso de madeira de origem legal nas obras públicas.A ideia era estimular fornecedores a garantirem a origem de seu produto, e chamar a atenção da sociedade como um todo para a importância do consumo responsável de produtos de origem florestal. No final de 2011, a coordenação do projeto passou à responsabilidade do GVceapg.


Madeira de Ponta a Ponta

Fruto de uma pesquisa promovida pela Rede Amigos da Amazônia, a publicação "Madeira de ponta a ponta" acompanha a evolução dos impactos da produção e do consumo ilegal de madeira no mundo, e identifica mecanismos institucionais que podem reverter esta situação predatória.

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