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Critérios de sustentabilidade para projetos de MDL no Brasil

Autor: Mário Monzoni

O documento propõe critérios, bem como um grupo de questões agregadas a cada critério na forma de um "checklist", a serem levados em consideração por aqueles que irão implementar os projetos. Além disso, são feitas recomendações sobre políticas a serem adotadas pela Autoridade Nacional Designada no Brasil (AND).

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Estudo mostra que "carbono zero" será possível em 2090

Autor: Carbono Brasil

O uso dos combustíveis fósseis pode ser eliminado no final deste século com as fontes solar, eólica, geotérmica e os biocombustíveis suprindo todas as necessidades de energia mundiais até 2090. É o que aponta um estudo produzido pela organização não-governamental Greenpeace em parceria com o Conselho Europeu de Energia Renovável.

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Mitigação de gases de efeito estufa: A experiência setorial e regional no Brasil

Autor: Jacques Marcovitch

Futuros gestores de empresas e atuais estudantes do Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade de São Paulo reúnem-se nas páginas seguintes para expor as conclusões a que chegaram em suas pesquisas inaugurais. A mitigação dos gases de efeito estufa na modelagem produtiva de quatro setores industriais e a Região Amazônica foi o complexo tema com que lidaram, buscando identificar os avanos obtidos e eventuais dificuldades vivenciadas pelos agentes econômicos.

Os resultados, expostos nos textos a seguir, foram construídos por meio de entrevistas com executivos empresariais, leituras críticas de informaçães no espaço digital e criteriosa pesquisa bibliográfica envolvendo livros, teses, dissertações, artigos e relatórios. Esta interação entre discurso e  um exercício permanente no cotidiano dos administradores em sua fase final de formação acadêmica. Enquanto adquirem conhecimentos teóricos indispensáveis para a compreensão do universo dos negócios, os pós-graduandos percorrem, com a mesma curiosidade intelectual e o mesmo empenho, as trilhas não menos instigantes da economia real.

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Emissões de Carbono: um desvio para países em desenvolvimento

Autor: Carnegie Institution of Science

Emissões proporcionais ao consumo: um novo estudo mostra que geografia das emissões de carbono não é o que aparenta.  Se for contabilizada a responsabilidade dos países importadores de produtos que, para serem feitos, demandaram altas emissões de CO2, a geografia do aquecimento global sofre algumas alterações. Atualmente, os inventários informados à Organização das Nações Unidas consideram apenas as emissões produzidas em cada país.

Sendo tudo uma questão relativa de interpretação, o Instituto Carnegie de Ciencias, nos Estados Unidos, divulgou um relatório mostrando que 23% das emissões globais de gás carbônico (6.2 gigatoneladas, em 2004), foram resultado da fabricação de produtos comercializados internacionalmente. A maior parte proveniente da China e de países emergentes para alimentar os mercados ricos. Os europeus, por exemplo, importam quase duas vezes mais carbono per capta do que os americanos. De acordo com o estudo, o europeu é responsável em média por acrescentar mais de 4 toneladas de CO2 na atmosfera no processo de manufatura de bens importados de outros países.

Segundo um dos autores, o pesquisador Ken Caldeira, se a intenção é entender a ‘pegada’ das emissões, é preciso levar em conta que outros estão emitindo por causa do consumo dos países ricos, em bens e serviços, subsidiando seu estilo de vida.

O estudo está publicado na edição de 8 de março do Proceedings of the National Academy of Science.

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Critérios de Sustentabilidade para Projetos MDL no Brasil

Autor: Mario Monzoni

Trabalho desenvolvido com o objetivo de subsidiar o Observatório do Clima na elaboração de critérios de sustentabilidade para projetos de mitigação do efeito estufa no Brasil.O Observatório pretende oferecer diretrizes em sustentabilidade para aqueles que irão implementar tais projetos no Brasil, seja no contexto do Mecanismo desenvolvimento Limpo (MDL) seja em regimes alternativos que possam vir a ser criados no emergente “Mercado de Carbono”.

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Dez maneiras de jogar com o mercado de carbono

Autor: ONG Friends of the Earth

ONG Friends of the Earth lançou o guia ‘Dez maneiras de jogar com o mercado de carbono’, que pretende delinear as formas como fraudadores podem manipular os sistemas de comércio de emissões, dando ênfase para os créditos de compensação.

Dos dez métodos sugeridos, nove já foram empregados com sucesso, alega a ONG, como fraudes fiscais e táticas de ‘phishing’ (virtuais) que na realidade podem ser aplicadas em diferentes tipos de mercados.

Entre os truques mais específicos do comércio de emissões, uma das autoras do relatório explica que as compensações de emissão são particularmente propensas à corrupção e fraudes.

“Cada acordo de compensação requer uma história indicando que as reduções de emissão não teriam sido possíveis sem a renda dos créditos ou que as emissões seriam mais altas sem o projeto.  Devido a isto, o mercado de compensações é inerentemente cheio de oportunidades para mascarar a realidade”, comentou Michelle Chan que também é analista sênior da Friends of the Earth.

Além disso, ela cita corrupção de consultores, responsáveis pela verificação das reduções de emissão, e critica o Ato Energético Americano por permitir a entrada de cerca de dois bilhões de compensações no mercado.

“Isso não apenas abre a porta para fraudes, com também permite a insurgência de carbono ‘subprime’ no sistema de comércio.”

O carbono ‘subprime’ é, segundo Chan, “composto por compensações futuras que, comparadas com permissões de emissão comuns, têm um risco relativamente alto de sofrer um colapso no valor financeiro devido às promessas fracassadas de reduzir emissões”.

Chan critica que justamente quando o Senado norte-americano está debatendo uma reforma de derivativos, a Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA, em inglês), “uma aliança de traders de Wall Street e poluidores de carbono” nas suas palavras, defende que os futuros de carbono sejam negociados em mercados de balcão, que são difíceis de controlar, ao invés de formas mais transparentes como em bolsas.

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Economia da Mudança do Clima no Brasil: Custos e Oportunidades

Autor: Economia do Clima

Este estudo foi inspirado no Relatório Stern, do Reino Unido, que fez uma abrangente análise econômica do problema das mudanças climáticas em nível global. Desenvolvido por instituições de pesquisa atuantes na área, o estudo tem como premissas o rigor científico, a liberdade de pensamento e a
busca de consenso através do diálogo entre todos os seus autores, seus revisores e os membros do Conselho de Orientação. Devido a seu pioneirismo, os resultados devem ser vistos como primeiras aproximações sobre um tema complexo, servindo como contribuição para o debate.

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Economia das Mudanças Climáticas

Autor: IPEA

Está publicação se propôs a analizar os possíveis impactos das mudanças climáticas projetados para o Brasil e quais efeitos e consequências para a economia do país.

 

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Low Carbon Executive Summary

Autor: Banco Mundial

Pesquisa do Banco Mundial, afirma que o Brasil poderia reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% sem comprometer o crescimento do país e as metas. O estudo também afirma que uma nova dinâmica no uso da terra poderia reduzir o desmatamento em até 68% em 2030.

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Hidrogênio energético no Brasil ? Subsídios para políticas de competitividade 2010-2025

O livro oferece elementos para definir ações e políticas públicas para o desenvolvimento e adoção de tecnologias do hidrogênio. O estudo tem como linhas principais propostas para o incentivo à economia do hidrogênio; à produção do hidrogênio; ao desenvolvimento da logística do hidrogênio; e aos sistemas de utilização do hidrogênio. Com um horizonte de 15 anos, as propostas apresentadas pelo documento estabelecem ações para curto prazo (0 a 5 anos); médio prazo (5 a 10 anos); e longo prazo (10 a 15 anos).

O trabalho destaca ainda possíveis ganhos com o incentivo destas tecnologias, entre os quais estão a diminuição de impactos ambientais na geração e utilização de energia; aumento da segurança energética; melhoria do aproveitamento dos recursos naturais; desenvolvimento regional; desenvolvimento de parque industrial competitivo; geração de empregos.

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