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Empreendimentos Sociais Sustentáveis: como elaborar planos de negócio para organizações sociais.

Autor: Ashoka Empreendedores Sociais

Este livro proporciona um conhecimento precioso para administradores de todas as áreas e principalmente, do campo social, na medida em que traz a experiência resultante da parceria entre duas importantes instituições - a Ashoka Empreendedores Sociais, com sua experiência mundial de fortalecer a profissão do empreendedor social, e a McKinsey & Company, a mais bem conceituada consultoria empresarial do mundo.

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Carbono Social

Autor: Divaldo Rezende e Stefano Merlin

Visão das comunidades beneficiadas pelo projeto Carbono Social e perspectivas de que é possível se consolidar a economia solidária em comunidades excluídas dos processos de desenvolvimento

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"História da Agricultura na Amazônia: da era pré-colombiana ao terceiro milênio"

Autor: Alfredo Homma

Este livro mostra, em escalas cronológica e sintética, os principais fatos históricos, vultos, inovações tecnológicas e políticas públicas que marcaram a história da agricultura na Amazônia até a atualidade, contribuindo para uma possível visão do futuro. Preço: R$ 70,00 (Belém) Preço: R$ 70,00 + taxa de remessa (fora do Estado) Aquisição: entrar em contato no seguinte e-mail: amoraes@cpatu.embrapa.br, vendas@sct.embrapa.br ou no site www.sct.embrapa.br ou fone 91 299-4544, fax: 91 276-2307, 91 276-9845 ou na Sede da Embrapa.

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Práticas de Cidadania

Autor: Jaime Pinsky

 Se antes a questão central era responder, historicamente, a uma pergunta básica é "afinal, o que é cidadania?"  agora novas indagações, de ordem prática, se impõem. Que importantes ações, no sentido de estender a cidadania a todos, estão sendo executadas em nosso país ? e por quem? Quais os obstáculos que estão sendo enfrentados para que essas ações se concretizem? Em Práticas de cidadania, cidadãos narram suas próprias experiências e, a partir delas, nos oferecem exemplos valiosos, que com certeza servirão para auxiliar a elaboração de novas políticas públicas, novas ações coletivas e novas práticas empresariais mais comprometidas com a responsabilidade social. Um livro indispensável, que, por meio da multiplicidade de respostas oferecidas por seus autores, nos aponta os vários caminhos possíveis para a criação de uma sociedade mais digna, mais solidária e mais cidadã.


ISBN: 85-7244-265-0

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Revista de Estudos Avançados nº 53 - Dossiê Amazônia - 1a parte

Autor: n.a.

 

"ÁS VÉSPERAS do fechamento da presente edição de ESTUDOS AVANÇADOS, que reúne estudos sobre a Amazônia, chegou-nos a notícia do assassínio da Irmã Dorothy Stang, missionária norte-americana que trabalhava junto à Pastoral da Terra no Pará. A brutalidade do crime, cujos mandantes têm interesses escusos na região, não só nos feriu a todos, mas revelou, uma vez mais, a situação de violência crônica que envolve a posse de terras e a exploração dos recursos naturais da Amazônia.

 

Alguns desses temas é destruição da biodiversidade, desrespeito às populações indígenas, práticas de capitalismo selvagem à comparecem neste número de ESTUDOS AVANÇADOS, que se valeu de especialistas em diversas áreas dos conhecimento. Geógrafos, físicos, biólogos, ambientalistas de formação interdisciplinar, antropólogos, sociólogos, urbanistas, historiadores da cultura e escritores foram convocados pela editoria diretamente ou por meio de seus institutos de pesquisa.

 

A solicitude com que a maioria respondeu ao nosso convite pode ser atestada pela variedade dos textos científicos e humanísticos que compõem o dossiê. Chamamos a atenção dos leitores para as entrevistas substanciosas que nos concederam dois eminentes conhecedores dos problemas amazônicos: Aziz Ab'Saber e Warwick Estêvam Kerr.

 

Considerando a riqueza dos temas que ainda podem ser abordados e o imperativo ético de participar do debate nacional em torno de uma Amazônia desenvolvida, ecologicamente sustentável e sobretudo humanizada no cotidiano de sua população, a editoria se propõe dedicar mais um conjunto de trabalhos ao estudos da região. O número 54, a sair em agosto de 2005, conterá o dossiê Amazônia II.

 

Esta edição traz ainda ensaios sobre política internacional e uma homenagem à memória de Celso Furtado, cuja morte recente enlutou a cultura brasileira e os estudiosos de Economia do mundo inteiro."

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Floresta em Chamas: origens, impactos e prevenção do fogo na Amazônia

Autor: Daniel C. Nepstad, Adriana G. Moreira e Ane A. Alencar

É uma edição revisada que aborda o efeito do fogo na floresta amazônica e analisa formas de reduzir seus impactos negativos

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Guia do Programa Nacional de Turismo Rural na Agricultura Familiar

Autor: MDA - Ministério do Desenvolvimento Agrário

Apresenta uma amostra do potencial e diversidade do turismo rural na agricultura familiar.  Indica cinco roteiros com marcas locais diferenciadas que destacam e valorizam a cultura e o modo de vida peculiar de cada região do Brasil

 

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Revista de Estudos Avançados nº 54 - Dossiê Amazônia - 2a parte

Autor: n.a.

ESTE NÚMERO DE ESTUDOS AVANÇADOS procura completar e, em alguns aspectos, aprofundar a matéria do dossiê Amazônia brasileira I, publicado na edição de janeiro-abril de 2005.

Tendo sempre em mente o caráter limitado, portanto não exaustivo, de ambos os dossiês, a editoria da revista entendeu avançar em três direções:

(a) retomando temas amplos e problemas de interesse permanente como o conhecimento do ecossistema em transformação, a defesa da biodiversidade da região e a questão fundiária que afeta toda a economia da Amazônia;

(b) direcionando o foco para determinadas áreas em que a dimensão social é nuclear como a pesca sustentável, a reserva Mamirauá, os processos de ocupação em fronteiras e a Zona Franca de Manaus;

(c) dando, enfim, o necessário relevo à memória das instituições científicas nacionais e internacionais que vêm, há décadas, pesquisando os múltiplos aspectos desse verdadeiro continente que é a Amazônia.

O dossiê Amazônia brasileira II contempla, assim como o anterior, algumas expressões simbólicas e criativas da cultura da região Norte. São vozes que vêm da música, da poesia e da festa religiosa.

A presente edição não se esgota no dossiê temático. Chamamos a atenção do leitor para os textos que versam sobre tópicos diferenciados de educação superior e história cultural. Ao lado de uma avaliação científica da pós-graduação brasileira, a revista inclui reflexões sobre alguns intelectuais franceses cuja presença entre nós foi e ainda é significativa: Jean-Paul Sartre, Albert Camus e Lucien Goldmann.

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Guerra Amazônica - o jornalismo na linha de tiro

Autor: Lúcio Flávio Pinto

Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos & molhados - disse Millôr Fernandes certa vez.  Não é bem assim, mas como a frase é inspirada, convém usá-la.  Ainda mais porque, nestes nossos tempos de sincronismo e cinismo, os mais jovens são tentados a achar que jornalismo é marketing & relações públicas.  Quando não, um ofício que se exercita à frente de um computador, navegando pelo mundo virtual sem o risco de furacões e tempestades.  Tudo é asséptico e inodoro.  Mesmo o jornalismo investigativo consiste em debulhar dossiês e repassar material de fonte secundária.  O bom jardineiro é aquele que encontra orquídeas no turbilhão de mato que germina como praga na horta do google.

Em 40 anos de jornalismo, aprendi que o melhor da nossa profissão é alcançado em contato direto com pessoas de carne e osso e testemunhando acontecimentos marcantes, vívidos, reais.  Nas ruas, portanto, expostos ao sol e à chuva, adquirimos uma capacidade que nos distingue dos demais profissionais.  Dizer que se trata de malícia significaria expressar-se incorretamente.  Mas temos muito de maliciosos em nosso ceticismo, na necessidade de conferirmos cada informação que nos chega e cada versão que nos é apresentada como se fora a tábua das leis, ou de olharmos nos olhos do ator com pretensão a mito.  A nudez do rei não é a nossa meta, mas evitá-la pode se tornar o estigma da covardia.  Não somos o náufrago anarquista, negando a autoridade mal chega à praia salvadora.  Mas, por princípio, jornalismo não rima com burocracia, autoridade e poder.  Se as bruxas não existem, não cremos nelas.  E as combateremos, ao contrário do que sugere a legenda espanhola.

O jornalismo é muito mais do que tudo isso.  Sou tentado a buscar em João Cabral de Mello Neto, o diplomata que entendeu muito mais de fome & seca nordestina do que o retirante-operário paulista Luiz Inácio Lula da Silva, a inspiração para a metodologia desse aprendizado.  Aprendemos com as pedras, trilhando um caminho sofrido e trepidante, que talvez nos conduza a Canossa se os personagens das histórias que relatamos, ao invés de reagir com palavras duras, agressões físicas ou balas, mais duras ainda, reconhecerem que é assim que se constrói a história e é assim que damos nossa contribuição ao que interessa nessa estrada de Damasco: a memória dos homens (e mulheres, no aposto populista do ritual politicamente correto).

Estruturei este livro sem desnaturar o que lhe constitui o conteúdo: o jornalismo.  Não considero que jornalismo seja um gênero maior ou menor.  É bom ou ruim, conforme é realizado.  Se o jornalista cumpre a tarefa que lhe cabe, centrando-a nos fatos, mas bem atento às suas circunstâncias, estará fornecendo matéria prima para um sem-número de outros aproveitamentos.  Nessa árvore frondosa colherão seus frutos o cientista político, o sociólogo, o economista, o antropólogo, o psicólogo & etc., neste geral incluindo-se o personagem que mais interessa: o cidadão.

Nosso oxigênio é a verdade.  Sem letra maiúscula, sem grandiloqüência, sem heroísmo.  Para que ser "escravo da verdade" vê além da figura de retórica usual, temos que encará-la como algo bem natural para quem decide ser jornalista.  Quando saímos para a cobertura de um acontecimento previamente agendado, quando recebemos uma "visita na redação" ou quando somos despertados na madrugada por uma convocação ao desconhecido, a primeira arma que devemos pegar é o sismógrafo dos fatos.  Esse objeto, evidentemente, não existe.  Mas está dentro da nossa cabeça, plenamente visível, integralmente materializado.  Se divisarmos os fatos na rotina da pauta ou nas circunstâncias descontroladas de uma missão de enviados especiais, iremos com segurança atrás da verdade.

Nesse caso, a veremos.  Talvez não a entendamos, porém.  Por isso, é necessário estar sempre em ronda pelos vários compartimentos do saber e do fazer humanos.  Batendo um papo com um cientista, indo a um local de acesso público, consultando o documento chato que todos citam e raros lêem, enfrentando aquele livro indigesto, cheio de números frescos à espera de quem lhes dá vida.  Seguindo o conselho do sábio Gentil Cardoso, o maior dos filósofos a serviço da paixão nacional, o futebol: é indispensável pedir e se deslocar.  Quem pede tem preferência, quem se desloca recebe (a bola, no caso).

O jornalista é aquele profissional que mais desenvoltamente pode se deslocar.  Um dia ele está na entrevista coletiva com o presidente da República.  No outro, "cobre" tiroteio na favela mais barra-pesada da cidade.  Passa dias e meses na sua base operacional.  Subitamente, amanhece na China.  Se for um bom profissional, jamais se limitará a cumprir um roteiro turístico.  

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Negócios Sociais Sustentáveis

Autor: Ashoka-McKinsey

Lançamento da Ashoka-McKinsey, aborda os  caminhos que conduzem a um desenvolvimento socialmente justo, economicamente viável e ecologicamente correto

O livro identifica e descreve uma nova tendência do setor social: o surgimento dos negócios sociais, empreendimentos inovadores que aliam sustentabilidade, geração de renda para as comunidades e inclusão social.

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