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Mudança Climática deixa o Mundo em Perigo

Autor: Lester Brown

O artigo fala sobre as mudanças ocorridas nos pólos como consequência do aquecimento global, e como essas mudanças podem afetar negativamente todo o mundo.

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Introdução à Mudança Climática Global: desafios atuais e futuros

Autor: Rachel Biderman

"Introdução à Mudança Climática Global: desafios atuais e futuros”, de Rachel Biderman, trata da problemática da mudança climática global e do papel da sociedade civil na busca de soluções, numa linguagem simples e acessível.

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Biologia e Mudanças Climáticas no Brasil

Autor: Marcos Silveira Buckeridge

'Biologia e Mudanças Climáticas no Brasil' traz um conjunto de opiniões de biólogos, jornalistas e de um artista brasileiro sobre como a vida poderá responder às alterações no clima em andamento em nosso planeta.

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Desastres naturais afetarão 375 mi por ano em 2015, diz Oxfam

Autor: BBC Brasil

Desastres naturais afetarão 375 mi por ano em 2015, diz Oxfam
BBC Brasil
22/04/2009


21 de abril, 2009 - 09:53 (Bras?lia) 12:53 GMT

Oxfam crê que catástrofes atingirão mais pessoas no futuro

O número de pessoas afetadas por desastres naturais deve aumentar em mais de 50% até 2015 e atingir a média de 375 milhões de pessoas por ano, segundo a organização não-governamental britânica Oxfam.

Os dados fazem parte do relatório Direito a sobreviver, divulgado nesta terça-feira. A Oxfam, que combate a pobreza, usou dados do centro de pesquisa belga CRED, que há trinta anos coleta estatísticas sobre o impacto de catástrofes naturais no mundo, como secas e enchentes.

Os números do CRED mostram que, entre 1998 e 2007, cerca de 243 milhões de pessoas por ano foram afetadas por catástrofes naturais. Os dados indicam um progressivo aumento na incidência desse tipo de problema.

Segundo a Oxfam, a média anual de 375 milhões de pessoas atingidas por desastres naturais até 2015 foi obtida com base em projeções do aumento da população e da incidência de catástrofes naturais entre 1998 e 2007.

Apoio humanitário

O relatório da Oxfam afirma que se as projeções estatísticas se confirmarem os sistemas de apoio humanitário não terão condições de atender a todos.

A Oxfam alerta que as agências humanitárias podem ficar sobrecarregadas pelo excesso de vítimas de inundações, tempestades e secas.

O diretor da Oxfam, Rob Bailey, disse à BBC que as agências humanitárias não precisam apenas de mais dinheiro, mas que é preciso melhorar a forma como este dinheiro é gasto. O grupo pede que os recursos sejam gastos de forma imparcial, e não de acordo com interesses políticos.

"Nós precisamos nos certificar de que este dinheiro é gasto de melhores formas", disse.

"No momento, as pessoas pobres no mundo em desenvolvimento que enfrentam desastres naturais estão quase que participando de uma loteria em escala global."

Segundo Bailey, há uma grande disparidade na forma que o dinheiro chega às agências humanitárias. Ele disse que foram gastos em média US$ 1,2 mil por vítima do tsunami de 2004 na Ásia. No entanto, o gasto por pessoa com as vítimas da recente crise humanitária no Chade foi de apenas US$ 23, em média.

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O ciclo do carbono na bacia do Alto Xingu: interações entre ambientes terrestre, aquático e atmosférico

Autor: Neu, Vania

O objetivo da pesquisa foi quantificar os fluxos de entrada e saída de carbono (C) ao longo de um ano hidrológico, medidas estas importantes para o balanço de C num ecossistema. A microbacia em estudo apresenta uma área de 1319 hectares, o rio que drena esta microbacia é afluente do Rio Darro, Bacia do Rio Xingu, Mato Grosso Brasil. A cobertura vegetal é de Tensão Ecológica, área de contato entre a floresta tropical chuvosa e cerrado.

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Política de Mudança do Clima no Município de São Paulo

Autor: Prefeitura da Cidade de São Paulo

São Paulo é pioneira na elaboração de uma política municipal de combate às mudanças climáticas. Através da articulação promovida pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente junto a outros órgãos municipais, profissionais especializados, sociedade civil e institutos como ICLEI e FGV, foi elaborado um Projeto de Lei que institui a Política Municipal de Mudança do Clima no Município de São Paulo. Esta lei estabelece como meta a redução de 30% das emissões nos próximos quatro anos, apontando estratégias nas diversas áreas de atuação da Prefeitura. Também propõe a redução progressiva do uso de combustíveis fósseis, adotando meta progressiva de redução de 10% ao ano, com o uso de combustível renovável não fóssil pelos ônibus do sistema de transporte público.

A lei é resultado de um ano e meio de discussões, elaboração e colaboração de institutos como ICLEI e FGV, além de profissionais especializados, sociedade civil e todas as instâncias do governo municipal, e institui a Política Municipal de Mudança do Clima no Município de São Paulo, enviada à Câmara Municipal para apreciação no final de 2008.

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Política Estadual de Mudanças Climáticas de São Paulo

Autor: Governo do Estado de São Paulo

As principais propostas da PEMC estão relacionadas com a mitigação das emissões dos gases estufa e com a adaptação aos efeitos das mudanças climáticas. Outro importante ponto do projeto de lei é a Comunicação Estadual, que conterá o inventário de emissões antrópicas, por exemplo, de atividades humanas, dos gases de efeito estufa em São Paulo. O estudo dessas emissões permitirá o planejamento global e setorial a médio e longo prazos, inclusive com a adoção de metas setoriais e global indicativa de estabilização. Além das metas que serão definidas, a PEMC já traz uma meta de intensidade de carbono para a matriz energética paulista. A meta para o setor é a de redução de 20% das emissões de dióxido de carbono por unidade de oferta primária de energia em 2020, tendo por base o ano de 1990.

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Política Nacional de Mudanças Climáticas

Autor: Governo Federal

A lei tem como base o PL 3535/08 e traz algumas sugestões levantadas pelo Observatório do Clima no documento Contribuições da Sociedade Civil ao Processo Legislativo de uma Política Nacional de Mudanças Climáticas (veja os destaques em amarelo).

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Projected impacts of climate change on regional capacities for global plant species richness

Autor: Jan Henning Sommer e outros

Pela primeira vez cientistas quantificaram e modelaram em escala regional o impacto das mudanças climáticas na vida vegetal para as próximas décadas e os resultados preocupam ao mostrar a queda na variedade das espécies. Se o aumento da temperatura se confirmar como predizem os cientistas climáticos, áreas até então temperadas irão se aquecer e as espécies desses locais tendem a se espalhar por regiões maiores.  Já os trópicos e sua rica flora sofreriam a perda de variedade devido à falta de chuvas e ao forte calor. As perdas de espécies nos trópicos em conjunto com a proliferação de plantas de zonas temperadas poderão levar a uma "globalização" do mundo vegetal.  Essa uniformização da flora é uma das principais conclusões do estudo "", publicado em março de 2010 no periódico Proceedings of the Royal Society.

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Perspectivas sobre as negociações de mudança climática e seus impactos na política brasileira

Autor: IPEA

Este estudo do Ipea evidencia a importância do tema da mudança climática como um fator condicionante a permear a formulação de políticas e ações públicas. Nesse contexto, o estudo faz uma análise das negociações e da posição do Brasil no âmbito da 15ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, realizada em dezembro de 2009 em Copenhague.

 

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